Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.
A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de fora. Tinha algo que parecia uma foto jogada no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto, ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.
Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelha, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.
Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota, mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.
Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.
No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.
No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota.
Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.
Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu, desceu as escadas, saiu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repente foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.
O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Depois o
motorista vê uma fotografia e a pega.
Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.
Este blog só foi feito para tirar meu tédio XD . Mas as postagens são do Medo B por enquanto. Não tive tempo de colocar os creditos no final .
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Outro Hospital
Eu... eu não... eu não sei onde estou. Há muita luz.
Eu estou morto?
Todo o meu corpo está doendo... Eu acho que isso significa que ainda não estou morto. Ao menos, não totalmente.
Tudo está ficando claro, agora.
Eu acho que estou num hospital. Eu estou levantando... ou melhor, tentando. Meu pescoço dói, não importa o quão devagar eu o mova.
"Por favor, fique de costas. Você passou por muitas coisas recentemente." uma enfermeira me diz.
Eu olho para baixo, observando meus braços e pernas. Eles estão cobertos de hematomas, cicatrizes e cortes. Há uma necrose (gangrena) ainda no meu pé. Mas como isso aconteceu?!
"Qual é o seu nome?" Ela me pergunta. Eu lhe digo meu nome, perguntando como diabos eu lembro disto, mas não o que aconteceu. Sinto como se a parte de baixo do meu corpo estivesse em chamas. Eles tiveram que agir melhor e rapidamente se quisessem curar.
"O que aconteceu comigo?" Perguntei a ela.
"Você quase foi atropelado por um caminhão. No meio da fuga, você caiu sobre um toco de foi arranhado por vários galhos de árvores que estavam ali. O motorista era um psicopata que tinha acabado de estar numa maré de matança em um bairro. Ele parou o veículo e foi acabar com você pessoalmente, devido à pista não ser grande o suficiente para girar em torno de seu caminhão. E depois de uma difícil luta, você foi capaz de matá-lo." Ela me disse, como se isso não fosse nada importante.
"Impossível!" Eu gritei de volta, ferindo meus pulmões. "Que provas você tem?"
"O seu próprio testemunho, senhor. Chegamos na cena pouco depois de sua luta e perguntamos o que tinha acontecido. Você respondeu tudo o que eu lhe contei." ela disse.
"Se foi isso, então por que eu tenho uma gangrena?" Eu disse. O fedor do meu corpo maltratado era insuportável, nauseava-me. Este dia continuou piorando a cada minuto.
"Calma, senhor. Você estava deitado na neve. Era inverno quando aconteceu, e seus pés começaram a sofrer necrose." , explicou ela. "Agora eu preciso que você para fique deitado. Vamos operar você"
Olhei ao redor do meu quarto. A porta foi fechada firmemente e apenas as luzes do teto livravam a sala da escuridão. A dificuldade em respirar crescia a cada segundo enquanto eu não era operado.
A enfermeira tirou algum tipo de instrumento para a cirurgia. Ela começou a se mover em direção as minhas pernas.
"Espere! Você precisa de anestésicos, certo? Vai doer muito se eu não for anestesiado! Você é louca?
Ela riu com isso, dizendo-
"Nós estamos no inferno, é claro que vai ser doloroso!"
Eu estou morto?
Todo o meu corpo está doendo... Eu acho que isso significa que ainda não estou morto. Ao menos, não totalmente.
Tudo está ficando claro, agora.
Eu acho que estou num hospital. Eu estou levantando... ou melhor, tentando. Meu pescoço dói, não importa o quão devagar eu o mova.
"Por favor, fique de costas. Você passou por muitas coisas recentemente." uma enfermeira me diz.
Eu olho para baixo, observando meus braços e pernas. Eles estão cobertos de hematomas, cicatrizes e cortes. Há uma necrose (gangrena) ainda no meu pé. Mas como isso aconteceu?!
"Qual é o seu nome?" Ela me pergunta. Eu lhe digo meu nome, perguntando como diabos eu lembro disto, mas não o que aconteceu. Sinto como se a parte de baixo do meu corpo estivesse em chamas. Eles tiveram que agir melhor e rapidamente se quisessem curar.
"O que aconteceu comigo?" Perguntei a ela.
"Você quase foi atropelado por um caminhão. No meio da fuga, você caiu sobre um toco de foi arranhado por vários galhos de árvores que estavam ali. O motorista era um psicopata que tinha acabado de estar numa maré de matança em um bairro. Ele parou o veículo e foi acabar com você pessoalmente, devido à pista não ser grande o suficiente para girar em torno de seu caminhão. E depois de uma difícil luta, você foi capaz de matá-lo." Ela me disse, como se isso não fosse nada importante.
"Impossível!" Eu gritei de volta, ferindo meus pulmões. "Que provas você tem?"
"O seu próprio testemunho, senhor. Chegamos na cena pouco depois de sua luta e perguntamos o que tinha acontecido. Você respondeu tudo o que eu lhe contei." ela disse.
"Se foi isso, então por que eu tenho uma gangrena?" Eu disse. O fedor do meu corpo maltratado era insuportável, nauseava-me. Este dia continuou piorando a cada minuto.
"Calma, senhor. Você estava deitado na neve. Era inverno quando aconteceu, e seus pés começaram a sofrer necrose." , explicou ela. "Agora eu preciso que você para fique deitado. Vamos operar você"
Olhei ao redor do meu quarto. A porta foi fechada firmemente e apenas as luzes do teto livravam a sala da escuridão. A dificuldade em respirar crescia a cada segundo enquanto eu não era operado.
A enfermeira tirou algum tipo de instrumento para a cirurgia. Ela começou a se mover em direção as minhas pernas.
"Espere! Você precisa de anestésicos, certo? Vai doer muito se eu não for anestesiado! Você é louca?
Ela riu com isso, dizendo-
"Nós estamos no inferno, é claro que vai ser doloroso!"
Estrada sem Fim
Em Corona, na Califórnia, havia uma estrada conhecida como Estrada Sem Fim. Especificamente, o nome verdadeiro da estrada era Estrada Lester, e, atualmente, o terreno de Corona foi mudado, e a Estrada Sem Fim não existe mais. Entretanto, anos atrás, a Estrada Lester era uma estrada sem iluminação que as pessoas diziam não ter fim quando se passava por ela durante a noite. Aqueles que fizeram este caminho nunca mais voltaram.
A lenda ficou tão conhecida que as pessoas se recusavam a dirigir até mesmo durante o dia. Uma noite, durante minha adolescência (N/T: Lembrando que nos EUA, a idade mínima para ter licença para dirigir é 16 anos), eu dirigi pela Estrada Lester, mas apenas por uma curta distância. Através das luzes do farol, parecia mesmo que a estrada não acabava nunca. Assustado, imediatamente dei meia-volta, porque pensei que se continuasse, não voltaria nunca mais.
A propagação da lenda foi o suficiente para convencer a polícia local a investigar o que acontecia. A Estrada Lester fazia uma curva estreita para a esquerda no final, e ali não havia guard rails. Além da curva, havia um canyon, e do outro lado havia uma outra estrada que ia para cima e vista de certo ângulo, especialmente à noite, quando o canyon ficava invisível, parecia que a Estrada Lester continuava acima da colina.
Ao investigarem o local, dezenas de carros foram encontrados, com corpos em decomposição ainda presos aos seus assentos.
A lenda ficou tão conhecida que as pessoas se recusavam a dirigir até mesmo durante o dia. Uma noite, durante minha adolescência (N/T: Lembrando que nos EUA, a idade mínima para ter licença para dirigir é 16 anos), eu dirigi pela Estrada Lester, mas apenas por uma curta distância. Através das luzes do farol, parecia mesmo que a estrada não acabava nunca. Assustado, imediatamente dei meia-volta, porque pensei que se continuasse, não voltaria nunca mais.
A propagação da lenda foi o suficiente para convencer a polícia local a investigar o que acontecia. A Estrada Lester fazia uma curva estreita para a esquerda no final, e ali não havia guard rails. Além da curva, havia um canyon, e do outro lado havia uma outra estrada que ia para cima e vista de certo ângulo, especialmente à noite, quando o canyon ficava invisível, parecia que a Estrada Lester continuava acima da colina.
Ao investigarem o local, dezenas de carros foram encontrados, com corpos em decomposição ainda presos aos seus assentos.
Fique longe da escuridão
Você já esteve sozinho na sua casa e ouviu sons que te deixaram curioso? Você já procurou explorar a casa após ouvir tais sons? Não? Eu já. Você já sentiu que tinha alguém observando você? Você se virou para ver? Não? Eu já. E esta história é para alertar a todos. Nunca se renda à curiosidade.
Era uma casa nova, eu e minha esposa tínhamos comprado-a recentemente em um leilão por um preço muito baixo para uma casa recém-construída. Dois meses após a compra nós já tínhamos praticamente terminado de decorar a casa toda, exceto o quarto de visitas. Minha esposa estava fora da cidade quando aconteceu.
Eu estava sentado na sala de visitas, no escuro. O brilho da TV iluminando a sala era bem fraco. Eu nunca presto muita atenção à televisão: Geralmente eu sento ali e fico enviando mensagens aos meus amigos ou jogando no celular. Uma noite eu estava fazendo isso quando eu ouvi alguns rangidos vindos do andar de cima. Eu pensei que não fosse nada, “É uma casa nova”, eu disse para mim mesmo “É apenas a fundação”. O som começou a aumentar depois de um tempo, até que não só começou a me assustar, como já estava fazendo os vizinhos baterem à minha porta, achando que era eu quem fazia tais barulhos. Eu decidi investigar. Fui até o pé da escadaria e encarei aquela escuridão acima por alguns segundos.
“Olá?”
O rangido parou de repente. Eu voltei para a sala, pensando no que poderia ser aquele som. Tratei imediatamente de afastar tais pensamentos e voltei ao que estava fazendo. Depois de meia hora começou de novo, e eu já estava ficando incomodado. E assustado também. Voltei à escada mais uma vez e mais uma vez disse:
“Olá?”
Uma voz sussurrou do topo da escadaria
“Fique longe da escuridão...”
“Que escuridão?” Eu disse, minha voz trêmula, meus olhos arregalando.
“Você verá...”
Naquela altura, eu já estava tremendo violentamente. Suando frio. Eu nunca fui o tipo de cara “durão” ou “herói”, mas alguma coisa naquilo tudo me deixou curioso para ir ver o que era. Lentamente, comecei a subir as escadas, mas quando meu pé tocou o primeiro degrau, uma porta se fechou violentamente, o suficiente para me fazer pular de susto e cobrir as orelhas. Depois de alguns segundos, a curiosidade voltou, e eu continuei a subir as escadas. De repente, ouvi a voz mais uma vez, como se ela estivesse ao meu lado:
“Fique longe da escuridão...”
Eu continuei.
Eu cheguei no topo das escadas e vi uma luz saíndo debaixo da porta do quarto de hóspedes. Eu rumei para lá lentamente, tentando não fazer barulho até alcançar a maçaneta. Ela demorou a se mover, como se algo estivesse tentando manter a porta fechada. Algo muito forte. Eu continuei a tentar a abrir a porta e por fim consegui. Entrei devagar, e nada vi além dos rolos de papel de parede em um canto e a pilha de prateleiras em outro. Eu ri de mim mesmo por ser tão idiota e acreditar naquilo tudo. Me virei para ir embora, mas a porta se fechou. Corri até ela e tentei abrí-la, mas sem sucesso. De repente, a lâmpada explodiu, fazendo vidro e fagulhas voarem para todo o lado até que o quarto ficasse totalmente escuro. De repente a voz voltou, como se estivesse ao meu lado.
“Eu disse para você ficar longe...”
The Wanderer
Na década de 1990, uma menina se suicidou depois de ver uma imagem postada em um velho fórum de discussão.
A imagem era de uma figura - que alguns identificavam como uma mulher - que está no meio de uma estrada solitária. A figura é transparente a ponto de suas pernas serem pouco visíveis, e é iluminada por uma fonte de luz desconhecida vindo da direção da câmera. Quer se trate de faróis, uma lanterna de mão, ou a luz da câmera em si não se sabe ao certo, assim como a fonte real da imagem nunca foi identificada. As características faciais podem ser vistas, mas a figura é mais facilmente identificada pelo seu desgaste, e pelos seus membros ósseos, que em parte se assemelham a patas de aranha. Aqueles que viram a imagem ou sabem de sua existência têm vindo a conhecer a figura como "The Wanderer".
O primeiro caso conhecido da Wanderer ocorreu em 1996. Jane, uma menina da faculdade que estava visitando sua família durante as férias, tinha interesse no paranormal. Ela viu a imagem do "The Wanderer" em um fórum, juntamente com uma leitura da mensagem, "Você me vê? Eu posso ver você também."
Dezenas de outros usuários viram a mesma coisa. A maioria não pensou muito nisso - só que aquilo estava de alguma forma "engraçado". Alguns realmente se queixaram de dores de cabeça enquanto olhavam para a imagem, e reivindicações similares foram feitas por outros desde então.
Segundo a família de Jane, ela sofreu pesadelos depois de ver a imagem. Ela alegou que iria acordar e ver a Wanderer fora de sua janela. As vezes raspando o vidro com seus membros de aranha, mas normalmente apenas olhando para ela. Ela era incapaz de se mover enquanto a Wanderer marcava presença, como se muitas mãos invisíveis estivessem segurando-a. Mesmo quando ela fechava os olhos, ela ainda podia ver ela.
Sua família tinha certeza que ela estava assustada por causa de uma imagem da internet e estava tendo pesadelos, como resultado, até que Jane se queixou de ver a Wanderer em seu dia-a-dia. Ela estava convencida de que ela estava a seguindo. Ela a via mesmo quando ela estava em uma sala cheia de pessoas ou em um lugar público, mas mesmo assim ninguém via nada. A Família de Jane temia por sua sanidade mental, mas apenas assegurou que a Wanderer não era real.
Jane, no entanto, só piorou. Ela começou a ir aos extremos e passava as noites em claro acordada. Começou tomando apenas com cafeína para permanecer ativa, mas rapidamente começou a cortar-se, assim gritando a noite toda. Em pouco tempo, ela não estava dormindo mais. Ela estava convencida de que, se ela dormisse novamente, a Wanderer iria levá-la.
Sua família sabia que não poderia apenas esperar e torcer pelo melhor. Jane precisava de ajuda. Mas quando a mãe de Jane bateu na porta do quarto de sua filha, ela não recebeu nenhuma resposta. Ela abriu a porta com cuidado, não querendo perturbar ou assustar Jane, mas não ouviu nada.
Jane não estava em sua cama. Ela não estava sentada em seu computador. Ela parecia não estar em seu quarto, até que sua mãe verificou o armário.
Lá, Jane foi encontrada enrolada em um canto. Avermelhada de sangue de seu corpo, depois de ter empurrado a longa cortina garganta abaixo. Ela estava segurando uma nota manchada de sangue que dizia: "Não pode me pegar agora."
O caso de Jane não é isolado. Pelo resto da década de 90, dezenas de outros se suicidaram ou desapareceram depois de ver a imagem da Wanderer. Desde a virada do século - apesar dos meus melhores esforços para localizar a imagem - ela parece ter desaparecido. Recentemente, porém, eu postei em um fórum perguntando se alguém tinha ouvido falar do Wanderer. Já fiz isso muitas vezes antes e, geralmente, há uma ou duas pessoas que ouviram a história, mas ninguém viu a imagem. Desta vez foi diferente. Pouco depois de postar, recebi um e-mail na minha caixa de entrada.
O assunto do e-mail foi "Eu posso te ver." O corpo só dizia: "Você me vê? Eu posso ver você também."
Havia uma imagem anexada com a mensagem.
Eu não posso verificar se é a imagem Wanderer real ou não, mas devo avisá-lo que, se você optar por ver a imagem, você o faz por sua própria conta e risco.

A imagem era de uma figura - que alguns identificavam como uma mulher - que está no meio de uma estrada solitária. A figura é transparente a ponto de suas pernas serem pouco visíveis, e é iluminada por uma fonte de luz desconhecida vindo da direção da câmera. Quer se trate de faróis, uma lanterna de mão, ou a luz da câmera em si não se sabe ao certo, assim como a fonte real da imagem nunca foi identificada. As características faciais podem ser vistas, mas a figura é mais facilmente identificada pelo seu desgaste, e pelos seus membros ósseos, que em parte se assemelham a patas de aranha. Aqueles que viram a imagem ou sabem de sua existência têm vindo a conhecer a figura como "The Wanderer".
O primeiro caso conhecido da Wanderer ocorreu em 1996. Jane, uma menina da faculdade que estava visitando sua família durante as férias, tinha interesse no paranormal. Ela viu a imagem do "The Wanderer" em um fórum, juntamente com uma leitura da mensagem, "Você me vê? Eu posso ver você também."
Dezenas de outros usuários viram a mesma coisa. A maioria não pensou muito nisso - só que aquilo estava de alguma forma "engraçado". Alguns realmente se queixaram de dores de cabeça enquanto olhavam para a imagem, e reivindicações similares foram feitas por outros desde então.
Segundo a família de Jane, ela sofreu pesadelos depois de ver a imagem. Ela alegou que iria acordar e ver a Wanderer fora de sua janela. As vezes raspando o vidro com seus membros de aranha, mas normalmente apenas olhando para ela. Ela era incapaz de se mover enquanto a Wanderer marcava presença, como se muitas mãos invisíveis estivessem segurando-a. Mesmo quando ela fechava os olhos, ela ainda podia ver ela.
Sua família tinha certeza que ela estava assustada por causa de uma imagem da internet e estava tendo pesadelos, como resultado, até que Jane se queixou de ver a Wanderer em seu dia-a-dia. Ela estava convencida de que ela estava a seguindo. Ela a via mesmo quando ela estava em uma sala cheia de pessoas ou em um lugar público, mas mesmo assim ninguém via nada. A Família de Jane temia por sua sanidade mental, mas apenas assegurou que a Wanderer não era real.
Jane, no entanto, só piorou. Ela começou a ir aos extremos e passava as noites em claro acordada. Começou tomando apenas com cafeína para permanecer ativa, mas rapidamente começou a cortar-se, assim gritando a noite toda. Em pouco tempo, ela não estava dormindo mais. Ela estava convencida de que, se ela dormisse novamente, a Wanderer iria levá-la.
Sua família sabia que não poderia apenas esperar e torcer pelo melhor. Jane precisava de ajuda. Mas quando a mãe de Jane bateu na porta do quarto de sua filha, ela não recebeu nenhuma resposta. Ela abriu a porta com cuidado, não querendo perturbar ou assustar Jane, mas não ouviu nada.
Jane não estava em sua cama. Ela não estava sentada em seu computador. Ela parecia não estar em seu quarto, até que sua mãe verificou o armário.
Lá, Jane foi encontrada enrolada em um canto. Avermelhada de sangue de seu corpo, depois de ter empurrado a longa cortina garganta abaixo. Ela estava segurando uma nota manchada de sangue que dizia: "Não pode me pegar agora."
O caso de Jane não é isolado. Pelo resto da década de 90, dezenas de outros se suicidaram ou desapareceram depois de ver a imagem da Wanderer. Desde a virada do século - apesar dos meus melhores esforços para localizar a imagem - ela parece ter desaparecido. Recentemente, porém, eu postei em um fórum perguntando se alguém tinha ouvido falar do Wanderer. Já fiz isso muitas vezes antes e, geralmente, há uma ou duas pessoas que ouviram a história, mas ninguém viu a imagem. Desta vez foi diferente. Pouco depois de postar, recebi um e-mail na minha caixa de entrada.
O assunto do e-mail foi "Eu posso te ver." O corpo só dizia: "Você me vê? Eu posso ver você também."
Havia uma imagem anexada com a mensagem.
Eu não posso verificar se é a imagem Wanderer real ou não, mas devo avisá-lo que, se você optar por ver a imagem, você o faz por sua própria conta e risco.
Caminhos da Mente
Em 1983, um grupo de cientistas profundamente religiosos conduziu um experimento radical num local desconhecido. Os cientistas haviam teorizado que um ser humano sem acesso a qualquer sentido ou forma de receber estímulos seria capaz de perceber a presença de Deus. Eles acreditavam que os cinco sentidos obscureciam nossa percepção da eternidade, e sem eles um humano poderia de fato estabelecer contato com Deus através dos pensamentos. Um homem idoso, que havia declarado não ter “nada mais pelo que viver”, foi o único voluntário para o teste. Para privá-lo de todos os sentidos, os cientistas realizaram uma complexa operação, na qual todas as conexões dos nervos sensoriais com o cérebro foram cirurgicamente interrompidas. Apesar do voluntário ainda possuir pleno controle muscular, não possuía mais visão, audição, paladar, olfato ou tato. Sem qualquer maneira de se comunicar com ou até mesmo notar o mundo ao seu redor, ele estava sozinho com seus pensamentos.
Os cientistas o monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado mental em sentenças confusas que ele nem mesmo podia ouvir. Após quatro dias, o homem declarou estar ouvindo vozes abafadas e ininteligíveis em sua cabeça. Assumindo que aquilo era o princípio de uma psicose, os cientistas deram pouca atenção às reclamações do homem. Dois dias depois, o homem gritou que conseguia ouvir sua esposa falecida conversando consigo, e não parava por ai: ele conseguia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam totalmente convencidos, até que a cobaia começou a dizer os nomes dos parentes mortos deles. O homem continuou a dizer informações pessoais dos cientistas que só os companheiros e parentes falecidos deles poderiam saber. Nesse ponto, uma considerável parte dos cientistas abandonou o estudo.
Após uma semana conversando com os mortos através dos seus pensamentos, o voluntário ficou angustiado, dizendo que as vozes estavam opressivas. A todo momento em que estava desperto, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes, que se negavam a deixá-lo sozinho. Ele frequentemente se jogava contra a parede, tentando induzir alguma resposta através da dor. Ele suplicou aos cientistas por sedativos para que pudesse escapar das vozes dormindo. Essa tática funcionou por três dias, até que ele começou a ter terríveis pesadelos. A cobaia disse repetidas vezes que podia ver e ouvir os mortos em seus sonhos.
Apenas um dia depois, o voluntário começou a berrar e arranhar seus olhos inúteis, tentando sentir alguma coisa no mundo físico. A cobaia histérica passou a dizer que as vozes estavam ensurdecedoras e hostis, falando sobre o inferno e o fim do mundo. Em certo ponto, ele gritou “nenhum paraíso, nenhum perdão” por cinco horas ininterruptamente. Ele continuamente pedia para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava próximo de estabelecer contato com Deus.
Após outro dia, o voluntário não conseguia mais formar sentenças coerentes. Aparentemente louco, ele começou a arrancar nacos de carne de seu braço a mordidas. Os cientistas rapidamente correram para dentro da câmara de teste e o prenderam numa mesa, para que assim ele não pudesse se matar. Após algumas horas preso, o homem parou de lutar e gritar. Ele encarava o teto cegamente, enquanto lágrimas corriam silenciosas por sua face. Por duas semanas, a cobaia precisou ser manualmente reidratada devido ao choro constante. Eventualmente, ele virou o rosto e, apesar de sua cegueira, o homem fez contato visual focado pela primeira vez no estudo. Ele sussurrou “eu falei com Deus, e Ele nos abandonou” e seus sinais vitais cessaram. Não havia nenhuma causa de morte aparente
Os cientistas o monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado mental em sentenças confusas que ele nem mesmo podia ouvir. Após quatro dias, o homem declarou estar ouvindo vozes abafadas e ininteligíveis em sua cabeça. Assumindo que aquilo era o princípio de uma psicose, os cientistas deram pouca atenção às reclamações do homem. Dois dias depois, o homem gritou que conseguia ouvir sua esposa falecida conversando consigo, e não parava por ai: ele conseguia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam totalmente convencidos, até que a cobaia começou a dizer os nomes dos parentes mortos deles. O homem continuou a dizer informações pessoais dos cientistas que só os companheiros e parentes falecidos deles poderiam saber. Nesse ponto, uma considerável parte dos cientistas abandonou o estudo.
Após uma semana conversando com os mortos através dos seus pensamentos, o voluntário ficou angustiado, dizendo que as vozes estavam opressivas. A todo momento em que estava desperto, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes, que se negavam a deixá-lo sozinho. Ele frequentemente se jogava contra a parede, tentando induzir alguma resposta através da dor. Ele suplicou aos cientistas por sedativos para que pudesse escapar das vozes dormindo. Essa tática funcionou por três dias, até que ele começou a ter terríveis pesadelos. A cobaia disse repetidas vezes que podia ver e ouvir os mortos em seus sonhos.
Apenas um dia depois, o voluntário começou a berrar e arranhar seus olhos inúteis, tentando sentir alguma coisa no mundo físico. A cobaia histérica passou a dizer que as vozes estavam ensurdecedoras e hostis, falando sobre o inferno e o fim do mundo. Em certo ponto, ele gritou “nenhum paraíso, nenhum perdão” por cinco horas ininterruptamente. Ele continuamente pedia para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava próximo de estabelecer contato com Deus.
Após outro dia, o voluntário não conseguia mais formar sentenças coerentes. Aparentemente louco, ele começou a arrancar nacos de carne de seu braço a mordidas. Os cientistas rapidamente correram para dentro da câmara de teste e o prenderam numa mesa, para que assim ele não pudesse se matar. Após algumas horas preso, o homem parou de lutar e gritar. Ele encarava o teto cegamente, enquanto lágrimas corriam silenciosas por sua face. Por duas semanas, a cobaia precisou ser manualmente reidratada devido ao choro constante. Eventualmente, ele virou o rosto e, apesar de sua cegueira, o homem fez contato visual focado pela primeira vez no estudo. Ele sussurrou “eu falei com Deus, e Ele nos abandonou” e seus sinais vitais cessaram. Não havia nenhuma causa de morte aparente
Experiência "Sono" da Rússia
A tradução ficou meio ruim mais da pra entender um pouco .
Pesquisadores Russos, no final dos anos 40, deixaram cinco pessoas acordadas por quinze dias, usando um gás experimental como estimulamte. Eles foram mantidos em um ambiente selado, e monitorando o oxigênio deles, para que o gás não os matasse, já que possuía altos níveis de toxina concentrada. Para observá-los, havia um circuito interno de câmeras com microfones de cinco polegadas (N/T: aprox. 12 cm) e janelas menores que janelas de vigia dentro do ambiente. A câmara estava cheia de livros e berços para dormir, mas sem lençóis, água corrente e banheiro; também havia comida seca para todos os cinci que duraria um mês.
As cobaias do teste eram prisioneiros políticos declarados inimigos do Estado durante a Segunda Guerra Mundial.
Tudo estava bem nos primeiros 5 dias, as cobaias dificilmente reclamavam, já que haviam sido avisados (falsamente) de que seriam libertados se participassem do teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram monitoradas, e foi notado que elas conversavam constantemente sobre incidentes traumáticos no passado, e o tom geral da conversa tomou um tom sombrio a partir do 4º dia
As cobaias do teste eram prisioneiros políticos declarados inimigos do Estado durante a Segunda Guerra Mundial.
Tudo estava bem nos primeiros 5 dias, as cobaias dificilmente reclamavam, já que haviam sido avisados (falsamente) de que seriam libertados se participassem do teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram monitoradas, e foi notado que elas conversavam constantemente sobre incidentes traumáticos no passado, e o tom geral da conversa tomou um tom sombrio a partir do 4º dia
Depois de cinco dias, as cobaias começaram a reclamar das circunstâncias e eventos que os trouxeram à atual situação e começaram a demonstrar paranóia severa. Elas pararam de falar um com os outros e de começaram a sussurar alternadamente nos microfones e a bater nas vigias. Estranhamente eles pensavam que poderiam conseguir a confiança dos cientistas ao se tornarem seus colegas, e tentavam conquistá-los. No começo, os pesquisadores suspeitaram que se tratava de algum efeito do gás...
Depois de nove dias, o primeiro deles começou a gritar. Ele corria por toda a extensão da câmara gritando a plenos pulmões por 3 horas seguidas. Ele continuou a gritar, mas só conseguia produzir alguns grunhidos. Os pesquisadores acreditaram que ele conseguira fisícamente romper suas cordas vocais. O mais surpreendente disse comportamento foi como os outros reagiram a isso... ou não reagiram. Eles continuaram a sussurrar nos microfones até que o segundo prisioneiro começou a gritar. Os que não gritavam pegaram os livros disponíveis, arrancando página atrás de página e começaram a colá-las sobre o vidro das vigias usando as próprias fezes. Os gritos logo pararam.
Mais 3 dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que funcionavam, já que pensavam ser impossível que 5 pessoas não poderiam estar produzindo som algum. O consumo de oxigênio indicava que as 5 pessoas ainda estavam vivas. Na verdade, acontecera um aumento no oxigênio, indicando um nível que 5 pessoas teriam consumido após exercícios pesados. Na manhã do 14º dia, os pesquisadores usaram um interfone dentro da câmara, esperando alguma reação dos prisioneiros, que não estavam dando sinais de vida, e os cientistas acreditavam que estavam mortos ou vegetando.
Eles disseram: “Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, fiquem longe da porta e deitem no chão ou atiraremos. A colaboração dará a um de vocês liberdade imediata.”
Para a surpresa de todos, alguém respondeu calmamente em uma única frase: “Não queremos mais sair.”
Discussões começaram a surgir entre os pesquisadores e as forças militares que criaram a pesquisa. Não conseguindo mais resposta alguma através do interfone, foi finalmente decidido abrir a porta à meia-noite do 15º dia.
O gás estimulante foi retirado da câmara e substituído por ar fresco, imediatamente vozes vindas dos microfones começaram a reclamar. Três vozes diferentes imploravam pela volta do gás, como se pedissem para que poupassem a vida de alguém que amassem. A câmara foi aberta e soldados entraram para retirar as cobaias. Elas começaram a gritar mais alto do que nunca, e o mesmo fizeram os soldados quando viram o que tinha dentro. Quatro das cinco cobaias estavam vivas, embora ninguém pudesse descrever o estado deles como “vivos”.
As rações a partir do dia 5 não haviam sido tocadas. Havia pedaços de carne vindas do peito e das pernas tapando o ralo no centro da câmara, bloqueando-o e deixando 4 polegadas (N/T: 10cm) de água acumulando no chão. Nunca determinou-se o quanto dessa água era na verdade sangue.
Os quatro “sobreviventes” do teste também tinham grandes porções de músculo e pele extraídos de seus corpos. A destruição da carne e ossos expostos na ponta de seus dedos indicava que as feridas foram feitas à mão, e não por dentes como se pensava inicialmente. Um exame mais delicado na posição das feridas indicou que alguns, senão todos, ferimentos foram auto-induzidos.
Os órgãos abdominais abaixo da costela das quatro cobaias havia sido removido. Enquanto o coração, pulmões e diafrágma estavam no lugar, a pele e a maioria dos órgãos ligados à costela haviam sido removidos, expondo os pulmões através delas. Todos os vasos sanguíneos e órgãos remanescentes permaneceram intactos, eles só haviam sido retirados e colocados no chão, rodeando os corpos eviscerados, mas ainda vivos das cobaias. Podia-se ver o trato digestivo dos quatro trabalhando, digerindo comida. Logo ficou aparente que o que estava sendo digerido era a própria carne que eles haviam arrancado e comido durante os dias.
A maioria dos soldados ali presentes eram das operações especiais russas, mas muitos se recusaram a voltar à câmara e remover as cobaias. Elas continuaram a gritar para serem deixadas ali e também pediam para que o gás voltassem, pelo menos elas dormiriam.
Para a surpresa de todos, as cobaias ainda lutaram durante o processo de serem removidas da câmara. Um dos soldados russos morreu ao ter sua gargante cortada, e outro foi gravemente ferido ao ter seus testículos arrancados e uma artéria da sua perna atingida pelos dentes de uma das cobaias. Outros cinco soldados perderam suas vidas, se você contar os que se mataram semanas depois do incidente.
Durante a luta, um dos quatro sobreviventes teve seu baço rompido, e ele começou a perder muito sangue quase que imediatamente. Os pesquisadores médicos tentaram sedá-lo mas foi impossível. Ele havia sido injetado com mais de dez vezes a dose normal de morfina para humanos e ainda lutava como um animal, quebrando as costelas e o braço de um médico. Houve um ponto em que seu coração bateu fortemente por dois minutos, após ele ter sangrado tanto ao ponto de ter mais ar em seu sistema vascular do que sangue. Mesmo depois do coração ter parado, ele ainda continuava a gritar e a lutar por 3 minutos, gritando a palavra “MAIS” sem parar até ficar fraco e finalmente calar-se.
O terceiro sobrevivente estava muito contido e foi levado para um consultório, os outros dois com as cordas vocais intactas continuavam a implorar pelo gas para serem mantidos acordados...
O mais ferido dos três foi levado para a única sala cirúrgica que ali havia. Durante o processo de preparar a cobaia para receber seus órgãos de volta, foi descoberto que ela era totalmente imune ao sedativo que estavam dando a ele. O homem lutou furiosamente contra as amarras que o prendiam à cama quando trouxeram gás anestésico para sedá-lo. Ele conseguiu rasgar mais de 4 polegadas (N/T: 10cm) de couro das amarras de um dos pulsos, mesmo com um soldado de 90kg segurando o mesmo pulso. Levou mais do que o necessário de anastésico para sedá-lo, e na mesma hora em que suas pálpebras se fecharam, seu coração parou. Na autópsia foi reveleado que seu sangue possuía o triplo do normal de oxigênio. Os músculos que estavam presos aos seus ossos estavam destruídos, e ele havia quebrado 9 ossos na luta para não ser sedado. A maioria eram pela força que seus próprios músculos haviam exercido.
O segundo sobrevivente era o que primeiro que começara a gritar entre os cinco. Suas cordas vocais estavam destruídas, e ele não era capaz de gritar e implorar para não passar por cirurgia, e a única forma de reação que ele exibia era sacudir sua cabeça violentamente em desaprovação quando o gás anestésico foi trazido. Ele balançou sua cabeça positivamente quando alguém sugeriu, relutantemente, se os médicos aceitavam fazer a cirurgia sem a anestesia. O sobrevivente não reagiu durante as 6 horas de procedimentos para repor seus órgãos e tentar cobrí-los com o que restou de pele. O cirurgião de plantão repetia várias vezes que era medicamente possível o paciente estar vivo. Uma enfermeira aterrorizada que assistia à cirurgia constatou que vira a boca do paciente virar um sorriso toda vez que seus olhos se encontraram.
Quando a cirurgia acabou, o paciente olhou para o cirurgião e começou a grunhir alto, tentando falar enquanto lutava. Acreditando ser algo de extrema importância, o médico pegou uma caneta e papel para que o sobrevivente escrevesse sua mensagem, “Continue cortando.”
Os outros dois sobreviventes passaram pela mesma cirurgia, os dois sem anestésico. Mas ambos tiverem um paralisante injetado durante a operação, pois o cirurgião achou impossível continuar o procedimento enquanto os pacientes tiam histericamente. Uma vez paralisados, as cobaias só podiam acompanhar o procedimento com os olhos, mas logo o efeito do paralisante passou e em questão de segundos eles começaram a lutar contra suas amarras. Quando perceberam que podiam falar novamente, começaram a pedir pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar por que eles haviam se ferido, por que haviam arrancado as próprias entranhas, e por que queriam tanto aquele gás.
Uma única resposta foi dada: “Eu preciso ficar acordado.”
Todas as três cobaias sobreviventes foram colocadas de volta na câmara, enquando esperavam alguma resposta para o que seria feito com elas. Os pesquisadores, encarando a ira dos “benfeitores” militares, por terem falhado em seus objetivos, consideraram eutanásia aos pacientes. O comandante do processo, um ex-KGB, viu algumas possibilidades, e quis que as cobaias fossem colocadas novamente sob o gás estimulante. Os pesquisadores se recusaram fortemente, mas não tiveram escolha.
Em preparação para serem seladas novamente na câmara, as cobaias foram conectadas a um monitor EEG (N/T: Eletroencefalograma, que mede as ondas cerebrais), e tiveram suas extremidades acolchoadas em troca do confinamento. Para a surpresa de todos, todos os três pararam de lutar assim que souberam que seriam colocados de volta ao gás.
Era óbvio que até aquele ponto, os três estavam lutando para ficarem acordados. Um dos sobreviventes que podia falar estava cantarolando alto e continuosamente; a cobaia calada estava tentando soltar suas pernas das amarras com toda a sua força; primeiro a esquerda, depois a direita, depois a esquerda novamente, como se quisesse se focar em algo.
A cobaia restante estava mantendo sua cabeça longe de seu travesseiro e piscando rapidamente. Como fora o primeiro a ser conectado ao EEG, a maioria dos pesquisadores estava monitorando suas ondas cerebrais. Elas estavam normais na maioria das vezes, mas às vezes se tornavam uma linha reta, sem explicação. Era como se ele estivesse sofrendo mortes cerebrais constantes. Enquanto se focavam no papel que o monitor soltava, apenas uma enfermeira viu os olhos do paciente se fecharem assim que sua cabeça atingiu o travesseiro. Suas ondas cerebrais mudaram para aquelas de sono profundo e então tornaram-se uma linha reta pela última vez enquanto seu coração parava na mesma hora.
A única cobaia que podia falar começou a gritar. Suas ondas cerebrais mostravam as mesmas linhas retas que o paciente que acabara de morrer. O comandante deu a ordem para ser selado dentro da câmara com as duas cobaias e mais três pesquisadores. Assim que entraram na câmara, um dos pesquisadores pegou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, depois voltou para a cobaia muda e também atirou em sua cabeça.
Ele apontou sua arma para o paciente restante, ainda preso à cama enquanto os outros pesquisadores saíam da sala. “Eu não quero ficar preso aqui com essas coisas! Não com você!” ele gritou para o homem amarrado “O QUE É VOCÊ?” ele ordenou “Eu preciso saber!”
“Você se esqueceu?” O paciente perguntou “Nós somos você. Nós somos a loucura que vaga em todos vocês, implorando para sermos soltos toda vez dentro de sua mente animal. Nós somos aquilo de que vocês se escondem em suas camas toda noite. Nós somos aquilo que vocês sedaram no silêncio e paralisam quando vocês atingem o paraíso noturno do qual não podem sair.”
O pesquisador ficou quieto. E então mirou no coração do paciente e atirou.
O EEG tornou-se uma linha reta enquanto o paciente gaguejava “tão...perto...livre...”
Depois de nove dias, o primeiro deles começou a gritar. Ele corria por toda a extensão da câmara gritando a plenos pulmões por 3 horas seguidas. Ele continuou a gritar, mas só conseguia produzir alguns grunhidos. Os pesquisadores acreditaram que ele conseguira fisícamente romper suas cordas vocais. O mais surpreendente disse comportamento foi como os outros reagiram a isso... ou não reagiram. Eles continuaram a sussurrar nos microfones até que o segundo prisioneiro começou a gritar. Os que não gritavam pegaram os livros disponíveis, arrancando página atrás de página e começaram a colá-las sobre o vidro das vigias usando as próprias fezes. Os gritos logo pararam.
Mais 3 dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que funcionavam, já que pensavam ser impossível que 5 pessoas não poderiam estar produzindo som algum. O consumo de oxigênio indicava que as 5 pessoas ainda estavam vivas. Na verdade, acontecera um aumento no oxigênio, indicando um nível que 5 pessoas teriam consumido após exercícios pesados. Na manhã do 14º dia, os pesquisadores usaram um interfone dentro da câmara, esperando alguma reação dos prisioneiros, que não estavam dando sinais de vida, e os cientistas acreditavam que estavam mortos ou vegetando.
Eles disseram: “Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, fiquem longe da porta e deitem no chão ou atiraremos. A colaboração dará a um de vocês liberdade imediata.”
Para a surpresa de todos, alguém respondeu calmamente em uma única frase: “Não queremos mais sair.”
Discussões começaram a surgir entre os pesquisadores e as forças militares que criaram a pesquisa. Não conseguindo mais resposta alguma através do interfone, foi finalmente decidido abrir a porta à meia-noite do 15º dia.
O gás estimulante foi retirado da câmara e substituído por ar fresco, imediatamente vozes vindas dos microfones começaram a reclamar. Três vozes diferentes imploravam pela volta do gás, como se pedissem para que poupassem a vida de alguém que amassem. A câmara foi aberta e soldados entraram para retirar as cobaias. Elas começaram a gritar mais alto do que nunca, e o mesmo fizeram os soldados quando viram o que tinha dentro. Quatro das cinco cobaias estavam vivas, embora ninguém pudesse descrever o estado deles como “vivos”.
As rações a partir do dia 5 não haviam sido tocadas. Havia pedaços de carne vindas do peito e das pernas tapando o ralo no centro da câmara, bloqueando-o e deixando 4 polegadas (N/T: 10cm) de água acumulando no chão. Nunca determinou-se o quanto dessa água era na verdade sangue.
Os quatro “sobreviventes” do teste também tinham grandes porções de músculo e pele extraídos de seus corpos. A destruição da carne e ossos expostos na ponta de seus dedos indicava que as feridas foram feitas à mão, e não por dentes como se pensava inicialmente. Um exame mais delicado na posição das feridas indicou que alguns, senão todos, ferimentos foram auto-induzidos.
Os órgãos abdominais abaixo da costela das quatro cobaias havia sido removido. Enquanto o coração, pulmões e diafrágma estavam no lugar, a pele e a maioria dos órgãos ligados à costela haviam sido removidos, expondo os pulmões através delas. Todos os vasos sanguíneos e órgãos remanescentes permaneceram intactos, eles só haviam sido retirados e colocados no chão, rodeando os corpos eviscerados, mas ainda vivos das cobaias. Podia-se ver o trato digestivo dos quatro trabalhando, digerindo comida. Logo ficou aparente que o que estava sendo digerido era a própria carne que eles haviam arrancado e comido durante os dias.
A maioria dos soldados ali presentes eram das operações especiais russas, mas muitos se recusaram a voltar à câmara e remover as cobaias. Elas continuaram a gritar para serem deixadas ali e também pediam para que o gás voltassem, pelo menos elas dormiriam.
Para a surpresa de todos, as cobaias ainda lutaram durante o processo de serem removidas da câmara. Um dos soldados russos morreu ao ter sua gargante cortada, e outro foi gravemente ferido ao ter seus testículos arrancados e uma artéria da sua perna atingida pelos dentes de uma das cobaias. Outros cinco soldados perderam suas vidas, se você contar os que se mataram semanas depois do incidente.
Durante a luta, um dos quatro sobreviventes teve seu baço rompido, e ele começou a perder muito sangue quase que imediatamente. Os pesquisadores médicos tentaram sedá-lo mas foi impossível. Ele havia sido injetado com mais de dez vezes a dose normal de morfina para humanos e ainda lutava como um animal, quebrando as costelas e o braço de um médico. Houve um ponto em que seu coração bateu fortemente por dois minutos, após ele ter sangrado tanto ao ponto de ter mais ar em seu sistema vascular do que sangue. Mesmo depois do coração ter parado, ele ainda continuava a gritar e a lutar por 3 minutos, gritando a palavra “MAIS” sem parar até ficar fraco e finalmente calar-se.
O terceiro sobrevivente estava muito contido e foi levado para um consultório, os outros dois com as cordas vocais intactas continuavam a implorar pelo gas para serem mantidos acordados...
O mais ferido dos três foi levado para a única sala cirúrgica que ali havia. Durante o processo de preparar a cobaia para receber seus órgãos de volta, foi descoberto que ela era totalmente imune ao sedativo que estavam dando a ele. O homem lutou furiosamente contra as amarras que o prendiam à cama quando trouxeram gás anestésico para sedá-lo. Ele conseguiu rasgar mais de 4 polegadas (N/T: 10cm) de couro das amarras de um dos pulsos, mesmo com um soldado de 90kg segurando o mesmo pulso. Levou mais do que o necessário de anastésico para sedá-lo, e na mesma hora em que suas pálpebras se fecharam, seu coração parou. Na autópsia foi reveleado que seu sangue possuía o triplo do normal de oxigênio. Os músculos que estavam presos aos seus ossos estavam destruídos, e ele havia quebrado 9 ossos na luta para não ser sedado. A maioria eram pela força que seus próprios músculos haviam exercido.
O segundo sobrevivente era o que primeiro que começara a gritar entre os cinco. Suas cordas vocais estavam destruídas, e ele não era capaz de gritar e implorar para não passar por cirurgia, e a única forma de reação que ele exibia era sacudir sua cabeça violentamente em desaprovação quando o gás anestésico foi trazido. Ele balançou sua cabeça positivamente quando alguém sugeriu, relutantemente, se os médicos aceitavam fazer a cirurgia sem a anestesia. O sobrevivente não reagiu durante as 6 horas de procedimentos para repor seus órgãos e tentar cobrí-los com o que restou de pele. O cirurgião de plantão repetia várias vezes que era medicamente possível o paciente estar vivo. Uma enfermeira aterrorizada que assistia à cirurgia constatou que vira a boca do paciente virar um sorriso toda vez que seus olhos se encontraram.
Quando a cirurgia acabou, o paciente olhou para o cirurgião e começou a grunhir alto, tentando falar enquanto lutava. Acreditando ser algo de extrema importância, o médico pegou uma caneta e papel para que o sobrevivente escrevesse sua mensagem, “Continue cortando.”
Os outros dois sobreviventes passaram pela mesma cirurgia, os dois sem anestésico. Mas ambos tiverem um paralisante injetado durante a operação, pois o cirurgião achou impossível continuar o procedimento enquanto os pacientes tiam histericamente. Uma vez paralisados, as cobaias só podiam acompanhar o procedimento com os olhos, mas logo o efeito do paralisante passou e em questão de segundos eles começaram a lutar contra suas amarras. Quando perceberam que podiam falar novamente, começaram a pedir pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar por que eles haviam se ferido, por que haviam arrancado as próprias entranhas, e por que queriam tanto aquele gás.
Uma única resposta foi dada: “Eu preciso ficar acordado.”
Todas as três cobaias sobreviventes foram colocadas de volta na câmara, enquando esperavam alguma resposta para o que seria feito com elas. Os pesquisadores, encarando a ira dos “benfeitores” militares, por terem falhado em seus objetivos, consideraram eutanásia aos pacientes. O comandante do processo, um ex-KGB, viu algumas possibilidades, e quis que as cobaias fossem colocadas novamente sob o gás estimulante. Os pesquisadores se recusaram fortemente, mas não tiveram escolha.
Em preparação para serem seladas novamente na câmara, as cobaias foram conectadas a um monitor EEG (N/T: Eletroencefalograma, que mede as ondas cerebrais), e tiveram suas extremidades acolchoadas em troca do confinamento. Para a surpresa de todos, todos os três pararam de lutar assim que souberam que seriam colocados de volta ao gás.
Era óbvio que até aquele ponto, os três estavam lutando para ficarem acordados. Um dos sobreviventes que podia falar estava cantarolando alto e continuosamente; a cobaia calada estava tentando soltar suas pernas das amarras com toda a sua força; primeiro a esquerda, depois a direita, depois a esquerda novamente, como se quisesse se focar em algo.
A cobaia restante estava mantendo sua cabeça longe de seu travesseiro e piscando rapidamente. Como fora o primeiro a ser conectado ao EEG, a maioria dos pesquisadores estava monitorando suas ondas cerebrais. Elas estavam normais na maioria das vezes, mas às vezes se tornavam uma linha reta, sem explicação. Era como se ele estivesse sofrendo mortes cerebrais constantes. Enquanto se focavam no papel que o monitor soltava, apenas uma enfermeira viu os olhos do paciente se fecharem assim que sua cabeça atingiu o travesseiro. Suas ondas cerebrais mudaram para aquelas de sono profundo e então tornaram-se uma linha reta pela última vez enquanto seu coração parava na mesma hora.
A única cobaia que podia falar começou a gritar. Suas ondas cerebrais mostravam as mesmas linhas retas que o paciente que acabara de morrer. O comandante deu a ordem para ser selado dentro da câmara com as duas cobaias e mais três pesquisadores. Assim que entraram na câmara, um dos pesquisadores pegou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, depois voltou para a cobaia muda e também atirou em sua cabeça.
Ele apontou sua arma para o paciente restante, ainda preso à cama enquanto os outros pesquisadores saíam da sala. “Eu não quero ficar preso aqui com essas coisas! Não com você!” ele gritou para o homem amarrado “O QUE É VOCÊ?” ele ordenou “Eu preciso saber!”
“Você se esqueceu?” O paciente perguntou “Nós somos você. Nós somos a loucura que vaga em todos vocês, implorando para sermos soltos toda vez dentro de sua mente animal. Nós somos aquilo de que vocês se escondem em suas camas toda noite. Nós somos aquilo que vocês sedaram no silêncio e paralisam quando vocês atingem o paraíso noturno do qual não podem sair.”
O pesquisador ficou quieto. E então mirou no coração do paciente e atirou.
O EEG tornou-se uma linha reta enquanto o paciente gaguejava “tão...perto...livre...”
A menina e o cão .
Os pais de uma pequena garota haviam saído, e por isso estava sozinha em casa apenas com seu cachorro para a proteger. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.
Ela decidiu deixar a janela destrancada, até pensou em se refrescar, e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume em baixo da cama.
No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida de seu cachorro e então voltou a dormir. Ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida de seu cachorro e volta a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.
Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, o som dos pingos foi ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando. Ela chega no banheiro e liga a luz. Ela é recebida por um horrível sinal; pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.
Alguma coisa no espelho do banheiro chamou sua atenção e ela virou. Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras "Humanos Também Sabem Lamber"
Os retratos.
Havia um caçador na floresta, que, depois de um longo dia de caça, estava no meio de uma imensa floresta. Estava ficando escuro, e tendo perdido a direção, ele decidiu andar em apenas uma direção até estar livre daquela incessante e cansativa floresta. Após algum tempo, que pareceram horas, ele se deparou com uma pequena cabana. Percebendo o quão escuro já estava, ele decidiu ver se ele podia passar a noite ali. Ele se aproximou e viu a porta aberta, não havia ninguém dentro. Ele entrou e deitou na única cama que estava ali, decidiu se explicar ao dono pela manhã. Enquanto ele olhava ao seu redor, ele encontrou diversos retratos, todos pintados com um realismo incrível. Sem excessão, eles pareciam estar olhando em direção a ele, com olhares mortos que pareciam cheios de ódio. Olhando pra eles, ele se sentia incrivelmente desconfortável. Fazendo um esforço pra ignorar aquelas faces furiosas, ele se virou em direção a parede e exausto, ele cai num profundo sono.
Pela manhã, ele é acordado com um inesperado raio de sol. Olhando ao seu redor, ele percebe que na cabana não haviam retratos, apenas janelas.
Pela manhã, ele é acordado com um inesperado raio de sol. Olhando ao seu redor, ele percebe que na cabana não haviam retratos, apenas janelas.
O jogo mais assustador de todos os tempos.
Se você gosta de jogos perturbadores leia isso ...
Eu acabei de jogar o video game mais ASSUSTADOR de todos os tempos. Preste antenção no que eu tenho a dizer antes de sair falando “Oh, provavelmente é só uma criança que tem medo de qualquer coisa.”. Eu não fico assustado com jogos ou filmes. Já joguei muito survival horror e vi muitos filmes de terror na minha vida. A única coisa que me deixou um pouco assustado foram algumas partes do "Penumbra" e "Condemned". Todo o resto foi chato. Esse jogo é diferente. MUITO diferente.Você não tem idéia de qual é a história por trás do jogo. Assim que você aperta play, é jogado para dentro do jogo sem mais, nem menos. Entretanto, eu fui capaz de entender como é a história depois de terminar esse jogo horrível. Aparentemente, você é um louco. Não nos dão seu nome, mas pode-se imaginar qual é se prestar atenção na o título. Por alguma razão, você escapou de um hospital psiquiátrico. E agora, o estado horrendo da sua mente transformou os corredores do hospital em nada além de um labirinto todo preto, cuja única iluminação vem das paredes, que brilham em um azul mortal.
Seu personagem parece ser algum tipo de canibal louco que você mal consegue controlar. Você pode forçá-lo a virar as curvas do corredor assustador, mas nada mais pode ser feito. Seu personagem quer pegar qualquer coisa e tentar comê-la; o que quer que esteja a sua frente ele pega, coloca na boca e engole.
Enquanto joga, você é caçado por monstros fantasmas medonhos e extremamente assustadores. Você não pode ferí-los, e chegar perto de qualquer um deles é morte instantânea, a qual o fantasma vai pra cima de você e te rasga ao meio, enquanto escuta o som horrível do seu corpo sendo retorcido.
Você pode, entretanto, comer alguns objetos estranhos escondidos no labirinto, que faz seu personagem ficar em um estado muito mais instável. Você pode literalmente COMER os monstros fantasmas. Seu personagem corre na direção deles e os devora, só deixando seus olhos.
Não há palavras para descrever o quanto horredo e tenebroso é esse jogo, e eu não quero estragar as surpresas para vocês. Apenas vão e tentem vocês mesmos. Pesquisem no Google a palavra Pac-Man. Você o encontrará no primeiro resultado.
A criatura da estrada.
Conheça a história da Criatura ...
Há algum tempo atrás, existia um pequeno vilarejo rural. Ele era tão pequeno que havia apenas uma única estrada levando para fora do lugar, permitindo visitantes irem e virem da vila. Entretanto, havia uma única regra que os moradores deveriam seguir à risca sobre aquela estrada: Nunca ir até ela sozinho.
Isso era constantemente relembrado pelos moradores, mas um garoto de lá decidira quebrar essa regra; um dia, quando não havia ninguém por perto, ele decidiu explorar a estrada sozinho.
Enquanto ele se aproximava da trilha pela primeira vez, o garoto percebeu que havia algo de muito estranho sobre aquele lugar. Mesmo que as pessoas sempre visitassem o vilarejo, parecia que a estrada não era muito usada.
Grama e ervas daninhas haviam crescido por todo o caminho, e estava tão mal cuidada que as plantas atingiam a altura do peito do menino, tornando difícil andar rapidamente. Entretanto, isso não impediu o garoto.
Determinado a fazer essa viagem valer a pena, ele caminhou através do mato, olhando para trás constantemente para ver se ninguém o observava. Ele andava o mais rápido que podia, esperando ficar longe da vista de visitantes.
Entretanto, o ritmo do garoto foi cortado rapidamente pelo som de alguma coisa se movendo na grama perto dele. Seu coração quase parou enquanto ele parava de andar, tentando encontrar a origem do barulho.
A grama alta estava tão densa que ele não podia ver nada, mas ele podia ouvir o som de alguma coisa se arrastando na grama perto de seu pé. Ele pode perceber que não era algo grande, mas era alguma coisa que lhe dava uma horrível sensação...Uma horrível sensação de estar sendo caçado.
O garoto foi tomado por uma onda de desespero quando ele percebeu que já havia percorrido uma grande distância na trilha, tornando difícil retornar antes que a criatura o alcançasse, e a grama só dificultava as coisas.
De repente, o garoto percebeu que ele estava sendo observado. A criatura o havia encontrado. Pelo canto de seu olho, ele pode perceber um par de olhos finos e selvagens o encarando, e algo que pareciam ser presas pontudas na boca do bicho. O coração do garoto batia rapidamente enquando ele se virava para encarar a coisa.
De repente, uma mão segurou seu braço. O menino se assustou e se virou para ver quem estava ali com ele, encontrando um dos idosos do vilarejo. “Seu tolo! Não sabe que é perigoso vir aqui sozinho?” O homem segurou forte no braço do garoto e saiu correndo com ele de volta para a vila.
O garoto assustou-se ao perceber que a criatura o seguia, mas não os alcançou a tempo. Eles correram o máximo que podiam, até conseguirem chegar à cidade.
Depois de pararem para respirar, o senhor deu uma bronca no garoto por ignorar o aviso dos outros moradores. Quando terminou, ele olhou para cima e suspirou. “Acredito que você já tenha idade suficiente. Você precisa saber.”
O homem guiou o garoto até sua casa. Era uma grande casa e, quando entraram, o garoto pode ver enorme prateleiras cheias de livros sobre criaturas que ele só havia ouvido falar em mutis.
Homens misteriosos usando jalecos andavam pelo local, estudando os livros. O velho levou o garoto até uma sala nos fundos da casa. Ele olhou para um ponto qualquer na sala, dizendo “Vou lhe contar a verdade sobre o que você viu hoje...”
De repente, ele voltou a olhar para o garoto, encarando-o, seu olhar congelando o menino no lugar. “Mas primeiro, eu tenho que lhe perguntar uma única coisa...”

Isso era constantemente relembrado pelos moradores, mas um garoto de lá decidira quebrar essa regra; um dia, quando não havia ninguém por perto, ele decidiu explorar a estrada sozinho.
Enquanto ele se aproximava da trilha pela primeira vez, o garoto percebeu que havia algo de muito estranho sobre aquele lugar. Mesmo que as pessoas sempre visitassem o vilarejo, parecia que a estrada não era muito usada.
Grama e ervas daninhas haviam crescido por todo o caminho, e estava tão mal cuidada que as plantas atingiam a altura do peito do menino, tornando difícil andar rapidamente. Entretanto, isso não impediu o garoto.
Determinado a fazer essa viagem valer a pena, ele caminhou através do mato, olhando para trás constantemente para ver se ninguém o observava. Ele andava o mais rápido que podia, esperando ficar longe da vista de visitantes.
Entretanto, o ritmo do garoto foi cortado rapidamente pelo som de alguma coisa se movendo na grama perto dele. Seu coração quase parou enquanto ele parava de andar, tentando encontrar a origem do barulho.
A grama alta estava tão densa que ele não podia ver nada, mas ele podia ouvir o som de alguma coisa se arrastando na grama perto de seu pé. Ele pode perceber que não era algo grande, mas era alguma coisa que lhe dava uma horrível sensação...Uma horrível sensação de estar sendo caçado.
O garoto foi tomado por uma onda de desespero quando ele percebeu que já havia percorrido uma grande distância na trilha, tornando difícil retornar antes que a criatura o alcançasse, e a grama só dificultava as coisas.
De repente, o garoto percebeu que ele estava sendo observado. A criatura o havia encontrado. Pelo canto de seu olho, ele pode perceber um par de olhos finos e selvagens o encarando, e algo que pareciam ser presas pontudas na boca do bicho. O coração do garoto batia rapidamente enquando ele se virava para encarar a coisa.
De repente, uma mão segurou seu braço. O menino se assustou e se virou para ver quem estava ali com ele, encontrando um dos idosos do vilarejo. “Seu tolo! Não sabe que é perigoso vir aqui sozinho?” O homem segurou forte no braço do garoto e saiu correndo com ele de volta para a vila.
O garoto assustou-se ao perceber que a criatura o seguia, mas não os alcançou a tempo. Eles correram o máximo que podiam, até conseguirem chegar à cidade.
Depois de pararem para respirar, o senhor deu uma bronca no garoto por ignorar o aviso dos outros moradores. Quando terminou, ele olhou para cima e suspirou. “Acredito que você já tenha idade suficiente. Você precisa saber.”
O homem guiou o garoto até sua casa. Era uma grande casa e, quando entraram, o garoto pode ver enorme prateleiras cheias de livros sobre criaturas que ele só havia ouvido falar em mutis.
Homens misteriosos usando jalecos andavam pelo local, estudando os livros. O velho levou o garoto até uma sala nos fundos da casa. Ele olhou para um ponto qualquer na sala, dizendo “Vou lhe contar a verdade sobre o que você viu hoje...”
De repente, ele voltou a olhar para o garoto, encarando-o, seu olhar congelando o menino no lugar. “Mas primeiro, eu tenho que lhe perguntar uma única coisa...”
Guarda - Roupas com espelhos
Conheça a história dos espelhos...
Eu tentava dormir com as luzes acesas, mas eles sempre vinham e as apagavam enquanto eu dormia. Eu acordava, noite após noite, envolto em trevas e aterrorizado. Eu ficava perfeitamente parado- sequer arriscava olhar para outro lugar que não fosse o teto.
Segundos...minutos...logo algumas horas se passavam e eu ainda estava imóvel na cama, com medo de me mexer ou até de respirar alto demais. E então o sol começava a nascer e meu corpo relaxava- espelhos não são nem um pouco assustadores durante o dia.
Um fim de semana meus pais teriam que viajar para fora do estado, para um casamento, e decidiram que eu era velho o bastante para ficar em casa sozinho. Eles me deram tchau, me abraçaram e eu fiquei o resto do dia assistindo TV até ficar cansado. Desliguei a TV e caminhei preguiçosamente até o meu quarto. Eu nem sequer pensava nos meus espelhos enquanto pegava no sono.
Eu acordei algumas horas depois, ensopado em suor e novamente envolto na escuridão. Eles tinha vindo e apagado minhas luzes de novo.
Segundos...minutos...logo algumas horas se passavam e eu ainda estava imóvel na cama, com medo de me mexer ou até de respirar alto demais. E então o sol começava a nascer e meu corpo relaxava- espelhos não são nem um pouco assustadores durante o dia.
Um fim de semana meus pais teriam que viajar para fora do estado, para um casamento, e decidiram que eu era velho o bastante para ficar em casa sozinho. Eles me deram tchau, me abraçaram e eu fiquei o resto do dia assistindo TV até ficar cansado. Desliguei a TV e caminhei preguiçosamente até o meu quarto. Eu nem sequer pensava nos meus espelhos enquanto pegava no sono.
Eu acordei algumas horas depois, ensopado em suor e novamente envolto na escuridão. Eles tinha vindo e apagado minhas luzes de novo.
Marble Honets
Sabe o Slender Man (Homem Esguio)?
Conheça a História de Marble Honets ?
É bom saber para entender o post de hoje.Um rapaz chamado Alex que estuda Cinema, resolveu fazer um filme chamado Marble Hornets, que contaria a história dele voltando às raízes onde ele morava.Seu amigo, Tim, começou a notar que Alex estava ficando cada vez mais neurótico, deixando a câmera ligada até mesmo quando não havia nada para ser filmado.Alex resolve deixar o projeto pra trás e sumiu da faculdade. Tim, preocupado com o estado de Alex resolveu fazer uma visita à ele para saber o que estava acontecendo. Quando chegou, se deparou com um Alex magro e com aparência doente.Tim tocou no assunto do filme Marble Hornets e então Alex o levou até o porão, entregou todas as fitas das filmagens para Tim e pediu que Tim queimasse-as e nunca mais tocasse no assunto.Tim, assustado com a reação de Alex, levou as fitas para casa porém não mexeu nelas durante 1 mês. Agora, ele está colocando partes relevantes das filmagens em pequenos trechos, em sua conta no Youtube.Os vídeos, curtos porém super assustadores, não fazem sentido e não aparentam ter uma ordem correta dos fatos. A maioria dos vídeos contém aparições estranhas do "Slenderman" assombrando Alex ou aparecendo subitamente no fundo da filmagem.Até o momento existem 35 vídeos e uma introdução. Cada vídeo é relativamente pequeno mas consegue deixar os telespectadores terrívelmente assustados.Acha que essa história para aqui ?Para deixar tudo mais complicado, um usuário anônimo chamado "totheark" começou a postar Videos "resposta" no Youtube, para cada vídeo que Tim posta no Marble Hornets, vídeos esses contendo mensagens subliminares em código morse, áudios reversos, etc...Vocês gostam de enigmas e histórias assustadoras não é ?? Então se tem coragem veja os videos e tente entender o que aconteceu durante as filmagens de Alex, e quem é esse "totheark" e o que ele pretende...
Só vou postar a Introdução para o site não ficar com la
Assinar:
Comentários (Atom)